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Estamos a gerir uma cadeia de lojas e executamos milhares de transacções por mês. O nosso problema é que, tendo em conta o nosso grande volume de negócios, algumas pessoas estão inevitavelmente insatisfeitas com alguma coisa. Actualmente, essas pessoas manifestam a sua insatisfação on-line. Quando as pessoas nos procuram no Google, reparam nas reclamações primeiro. O que temos de fazer para resolver o problema?
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Aposto que se pensar sobre este tema descobre que o negócio que tem hoje é diferente do negócio que pensou em começar ou do negócio que chegou a começar. Quando iniciei a minha sociedade de advogados, tinha apenas uma vaga ideia sobre o tipo de direito que queria exercer. Talvez direito das sucessões, talvez danos pessoais. Sabia que ajudar as pessoas a começar as suas empresas - constituições de empresas e coisas afins - estava certamente no menu, mas para além disso, não sabia.
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Eu comunico directamente com muitos pequenos empresários e eles parecem ter alguns aspectos em comum. Por um lado, estão, neste momento, definitivamente a tentar e experimentar novas estratégias de negócio sustentáveis; parece existir uma grande quantidade de tentativas e erros. Em segundo lugar, e paradoxalmente, eles não estão a renunciar o testado-e-comprovado à medida que saem da recessão (ao que parece o pior já passou.)
Ficam aqui algumas das novas ideias sobre as quais tenho ouvido falar e que parecem estar a funcionar bem actualmente:
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Há muitas razões para se trabalhar com afinco no que se faz, mas, para mim, o principal motivo é ter a liberdade de ser o tipo de pai que se quer ser, independentemente do que isso for e pode ser muitas coisas diferentes:
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É certamente verdade que este é um dos melhores momentos, desde há vários anos, para alugar espaços comerciais, dada a alta taxa de desocupação.
O tipo de imóvel que pretende depende, é claro, do tipo de negócio que tem. Algumas empresas precisam de estar em áreas de grande tráfego e devem pagar rendas relativamente mais elevadas, enquanto outras podem dar-se ao luxo de estar em zonas mais sossegadas e pagar menos.
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Muitos empreendedores ficam tão entusiasmados com o primeiro espaço comercial que nem conseguem olhar além das necessidades imediatas. É impossível prever o futuro, mas o maior erro que se pode fazer quando se aluga um escritório ou loja é não pensar se o espaço vai ser adequado às necessidades a longo prazo.
Por isso, o primeiro conselho será acalmar os ânimos e pedir a um profissional para ajudar a encontrar o espaço perfeito para o seu negócio. Um bom agente imobiliário ou um agente imobiliário de espaços comerciais pode não só poupar-lhe tempo e dinheiro, mas também ajudar a evitar erros que podem custar milhares de euros. Podem ajudá-lo em relação à localização da propriedade, a negociar com os senhorios e, possivelmente, a identificar problemas que lhe tenham escapado em relação ao espaço ou à vizinhança.
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Nem sempre o comércio on-line é adequado para pequenas empresas e a curva de aprendizagem pode parecer um desafio. Este tópico tem-me ocupado muito a cabeça nos últimos tempos. Não só tenho dado palestras sobre o assunto em diversas ocasiões, mas também a minha empresa acabou de entrevistar candidatos para refazerem e expandirem o nosso site e capacidade de operar on-line.
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Se quiser tirar partido dos novos mercados disponíveis, tem de parecer e agir como um empresário global. Mesmo que tenha um micronegócio, a boa notícia é que, mais uma vez graças ao incrível efeito da revolução do computador/ tecnologia/ Internet, nunca ninguém vai saber até que ponto o seu negócio é pequeno se não quiser.
Entre o website, o email, o hardware e o software do computador, os telemóveis e outros que tais, qualquer pequeno negócio pode parecer grande e profissional. Se só tiver um portátil, no seu quarto vazio, pode parecer um empresário global.
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Muitas pequenas empresas têm a noção errada de que o negócio não tem nada a ganhar com uma página na Internet; de que essas páginas são demasiado caras ou que, por não usarem computador, os potenciais clientes também não os usam. Eis sete motivos para uma pequena empresa precisar de um website:
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Ouvimos falar muito sobre assumir riscos na gestão, mas talvez estejamos a sobrestimar um pouco o risco actualmente. Um pequeno empresário, inteligente e experiente, normalmente não assume grandes riscos financeiros. Somos uma espécie muito conservadora, por isso, o que podemos aprender com a gestão de risco em PME?
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Alguém me perguntou recentemente, após assistir a um seminário, se precisaria realmente de usar as novas ferramentas da chamada Web 2.0. Sendo o website em questão simples, que explica como funciona a empresa e pouco mais, questionava-se a utilidade das ferramentas Web 2.0.
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As pessoas acreditam naquilo que vêem. Se parece bom, é porque é bom. É preciso empenho para manter uma imagem positiva junto de todos os clientes. O que talvez escape à maior parte das pessoas é que uma imagem pública respeitada não é tão cara como se pensa.
Numa empresa pequena, a imagem vale cinquenta porcento (50%) do negócio. É o impacto que se tem sobre os clientes, quer seja em termos de aspecto pessoal, de limpeza do estabelecimento, de equipamentos, de uniformes ou de estilo de jogo de cores dos panfletos. É preciso reavaliar constantemente a imagem das pequenas empresas.
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Ao longo dos últimos 18 meses, acumulamos algumas dívidas. A maior parte por causa do nosso cartão de crédito - ao tentar pagar aos nossos credores e tudo o resto. Acho que não preciso de declarar falência. Há alguma outra forma de sair "da fossa"?
Embora eu ache que muito poucas coisas positivas possam ser ditas sobre esta economia, se existe um ponto positivo é este: alguns credores parecem mais disponíveis do que nunca a trabalhar com as pessoas que estão em dívida.
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Existem muitos factores a ter em conta quando está a tentar escolher o apoio profissional certo para a sua nova empresa. Por outras palavras, encontrar aquele técnico oficial de contas ou advogado que conhece profundamente não só a sua própria profissão como o funcionamento da sua empresa, pode ser um factor-chave, difícil de encontrar mas de grande impacto. Neste artigo explicamos-lhe que factores fazem toda a diferença.
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