| Os currículos não significam nada se não tiverem aquele brilho! |
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No início desta semana, apresentei um workshop aos membros de uma associação sobre como criar currículos atraentes e, durante a apresentação, expliquei aquilo a que chamo "brilho" no currículo.
A maior parte dos currículos que já li são tão lineares como o papel em que foram escritos. A maior parte deles segue modelos que provavelmente até vêm incluídos num pacote do Microsoft Word, lançado há mais de uma década, e muito poucos são os que apresentam elementos gráficos para chamar a atenção para os conteúdos mais importantes. Toda a gente pensa que há certas regras a seguir nos currículos... regras que determinam a conformidade... conformidade de conteúdo, extensão e até mesmo de tamanho de letra. Mas a verdade é que a conformidade não tem lugar na procura de trabalho. O objectivo deve ser chamar a atenção e isto é particularmente válido no caso dos currículos. Atenção, não estou a insinuar que um design arrojado vai disfarçar um conteúdo pobre; uma orientação voltada para aquilo que já se fez, a informação métrica sobre o impacto que se teve numa organização, esse método acaba sempre por fazer perder design, mas alguns elementos gráficos ajudam o leitor a concentrar-se nas suas competências e feitos essenciais e batem os currículos normais aos pontos. Eis alguns conselhos de design que podem ajudar a melhorar a sua apresentação profissional e acrescentar aquele "brilho" ao documento, de forma a manter o leitor interessado.
Barbara Safani é consultora nas áreas relacionadas com o desenvolvimento organizacional. Colabora com diversas empresas da revista Fortune 100 e com indivíduos na criação de soluções de networking, procura de emprego e negociação salarial. É fundadora da Career Solvers, empresa especializada em recrutamento e selecção.
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